Startup da Califórnia que vende o Land Tender, uma ferramenta SaaS que combina dados de satélite e lidar para modelar como as escolhas de gestão de terras afetam os ecossistemas e o risco de incêndios florestais.

Grandes proprietários de terras expostos a incêndios florestais, começando pelas concessionárias de energia, pagarão por software de gestão de terras em nuvem com preço por acre, e não por usuário.

US$ 17 milhões em pré-seed e seed anunciados em junho de 2022, além de subsídios governamentais, antes da Série A.

A Vibrant Planet surgiu das temporadas de incêndios florestais da Califórnia. Seus primeiros clientes eram governos e organizações sem fins lucrativos voltados principalmente à conservação de terras e à preservação de espécies. O TechCrunch havia noticiado sua rodada seed em 2022, e a empresa levantou US$ 17 milhões em financiamento pré-seed e seed.

Em outubro de 2023, já havia fechado um contrato com a PG&E, uma concessionária de cerca de US$ 38 bilhões cuja área de atendimento abrange 70.000 milhas quadradas de terras propensas a incêndios florestais. A CEO Allison Wolff chamou a concessionária de parceira muito natural, porque ela possui grandes extensões de terra e infraestrutura em risco e quer reduzir os leitos de combustível. O Land Tender tem preço por acre gerenciado, e não por usuário, o que, segundo a Vibrant Planet, traz mais partes interessadas para um projeto. Ele foi usado em 7 milhões de acres.

A Série A de US$ 15 milhões, liderada pelo Ecosystem Integrity Fund com o Climate Innovation Fund da Microsoft, a Citi Ventures e outros, elevou o total captado para US$ 34 milhões, incluindo subsídios. Wolff disse que a Vibrant Planet estava conversando com outras concessionárias; a PG&E era seu único grande cliente corporativo anunciado. A empresa também contratou cientistas da academia, do Serviço Florestal dos EUA, do Bureau of Land Management e da NASA.

Governos e organizações sem fins lucrativos compunham sua base de clientes, e eles gastam menos e levam mais tempo para comprar do que empresas com fins lucrativos.

A PG&E possui grandes áreas de terra e infraestrutura em risco e quer reduzir os leitos de combustível que alimentam incêndios catastróficos.

O preço por acre, em vez de por usuário, facilita trazer muitas partes interessadas para a plataforma.

Uma ferramenta em nuvem pré-carregada com dados de sensoriamento remoto é mais fácil de adotar do que montar o mesmo a partir de ferramentas como o ArcGIS da ESRI.

Quando seus primeiros clientes são órgãos públicos e organizações sem fins lucrativos que compram devagar, um âncora comercial com muito dinheiro pode mudar a história que você conta aos investidores.

Em 5 de outubro de 2023, a Vibrant Planet havia captado US$ 34 milhões no total, havia fechado contrato com a PG&E e estava em conversas com outras concessionárias. O Land Tender abrangia 7 milhões de acres. O TechCrunch disse que era cedo demais para previsões firmes sobre se a gestão de incêndios florestais pode sustentar um negócio em escala de venture capital.

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As fontes

  1. Vibrant Planet raises $15M Series A to help PG&E and others trim their wildfire risk TechCrunch · techcrunch.com ·