Um laboratório úmido automatizado e nativo de IA em Lausanne que leva projetos de proteínas por síntese de DNA interna, expressão livre de células e medição de ligação por SPR, encomendados por meio de uma plataforma web ou de uma API.

À medida que agentes de IA projetam milhares de proteínas em uma tarde, o gargalo se desloca para o teste físico — quem automatizar o laboratório úmido se torna o destino da IA de fronteira em busca de comprovação.

€ 34,35 milhões (US$ 40 milhões) em Série A liderada pela Highland Europe (agosto de 2026), com reinvestimento da ACE Ventures, byFounders e Y Combinator; € 6,8 milhões em seed liderada pela ACE Ventures no final de 2024.

Julian Englert e Daniel Nakhaee-Zadeh Gutierrez fundaram a Adaptyv Bio em Lausanne em 2022 e a lançaram publicamente em abril de 2023 com a proposta de 'mudar a engenharia de proteínas': combinar IA generativa, software de código aberto e um laboratório de biologia sintética para que qualquer pessoa possa testar uma proteína projetada sem construir um laboratório. A empresa passou pelo Y Combinator e, no final de 2024, tinha nove pessoas e um laboratório começando a ver demanda comercial.

A empresa realizou competições públicas de design de proteínas para provar seu pipeline e depois atraiu laboratórios de IA de fronteira. Em 2026, lançou uma API pública integrada com Boltz, Chai, Cradle, Tamarind, Latent Labs e Benchling, permitindo que agentes de IA encomendassem seus próprios experimentos. O Claude, da Anthropic, projetou proteínas e as enviou ao laboratório: 354 de 1.320 designs se ligaram ao alvo, uma taxa de acerto de 26,8% que teria vencido cinco das seis competições anteriores. A Chai Discovery usou a Adaptyv para validar seus resultados de anticorpos zero-shot do Chai-2, e o EU-Startups relata que Roche e Novo Nordisk executam ciclos de design cerca de 4x mais rápido que seus pipelines internos. Em agosto de 2026, a Adaptyv levantou sua Série A de US$ 40 milhões.

Modelos generativos reduziram o custo de projetar proteínas candidatas, o que deslocou mecanicamente o recurso escasso para a validação experimental.

Dominar a etapa de medição dá à Adaptyv poder de precificação e um fosso de dados: cada execução gera dados pareados de design-resultado que melhoram os modelos usados pelos clientes.

O design API-first permite que agentes de IA sejam o cliente, surfando a mesma onda de autonomia agêntica em vez de vender apenas para cientistas humanos.

A validação por laboratórios de fronteira (a Anthropic publicando taxas de acerto contra seu próprio modelo) funciona como marketing que nenhum fornecedor de biotecnologia pode comprar.

Quando a IA remove um gargalo, o capital se move para o que se torna o próximo: o design de proteínas ficou barato, então o serviço que vende a comprovação física se tornou o ponto de estrangulamento pelo qual os laboratórios de fronteira fazem fila.

Em setembro de 2026, a Adaptyv está expandindo seu laboratório em Lausanne, abrindo um laboratório e escritório em Londres no quarto trimestre de 2026, e crescendo a equipe de cerca de 25 para aproximadamente 60 pessoas, com foco em produção, automação e software. A meta de longo prazo declarada é uma 'gigafábrica biológica' cuja vazão experimental automatizada acompanhe o ritmo dos sistemas autônomos de pesquisa em IA.

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As fontes

  1. Lausanne-based Adaptyv raises €34.35 million Series A to build the automated lab for agentic biology EU-Startups · eu-startups.com ·
  2. Adaptyv Raises $40 Million Series A As Automated Biology Lab Throughput Grows More Than 5x Pulse 2.0 · pulse2.com ·