A maior fintech da Índia, uma empresa de pagamentos do grupo Walmart que atende consumidores e comerciantes.

Que sua própria plataforma de AA poderia acelerar o nascente ecossistema indiano de agregadores de contas — um afastamento da estratégia habitual da PhonePe de construir apenas produtos B2C.

Em 2022, o ecossistema indiano de agregadores de contas (AA) ainda era incipiente e os números de adoção inicial eram baixos. Em junho de 2023, a PhonePe obteve sua própria licença NBFC-AA — como a empresa colocou, um afastamento de sua estratégia habitual de construir apenas produtos voltados ao consumidor final (B2C) — para construir sua própria plataforma de AA e ajudar a acelerar o crescimento do ecossistema.

A plataforma de AA permitia que os usuários compartilhassem suas informações financeiras, com consentimento, com bancos e instituições financeiras para serviços como empréstimos e cartões de crédito. Em dois anos, a PhonePe registrou quase 50 milhões de indianos nela. Mas, com prioridades concorrentes, a empresa não conseguiu atrair tantos provedores de informações financeiras (FIPs) — as instituições cujos dados alimentam a plataforma — quanto gostaria, deixando o lado da oferta aquém do esperado.

Em fevereiro de 2025, a PhonePe anunciou que havia saído do negócio de agregação de contas: decidiu devolver a licença NBFC-AA ao RBI e iniciou o encerramento das operações de AA. Afirmou que, em vez disso, faria parceria com outros agregadores de contas no mercado para apoiar a inclusão financeira, e que procuraria seus usuários de AA para ajudá-los conforme as diretrizes regulatórias.

A PhonePe não conseguiu firmar contratos com provedores de informações financeiras (FIPs) suficientes para fazer a plataforma funcionar como esperava — o lado da oferta do marketplace nunca se completou.

Prioridades concorrentes dentro da empresa impediram que o negócio de AA recebesse o esforço de construção de parcerias de que precisava.

Com 50 milhões de usuários registrados, mas poucos FIPs, a plataforma não conseguiu entregar os empréstimos, cartões de crédito e outros serviços financeiros para os quais era licenciada.

A saída permitiu que a PhonePe continuasse atendendo ao caso de uso sem operar a infraestrutura: ela faria parceria com outros agregadores de contas.

A entrada em 2023 já havia sido enquadrada como um experimento fora da zona de conforto B2C da PhonePe — acelerar um ecossistema, não possuir um produto de consumo.

Uma licença e uma grande base de usuários não fazem um marketplace: a PhonePe tinha 50 milhões de usuários registrados, mas poucas instituições provedoras de dados, então saiu e voltou a fazer parcerias com outras.

Em 7 de fevereiro de 2025, a PhonePe havia começado a encerrar as operações de AA, iniciado a devolução da licença NBFC-AA ao RBI e afirmado que procuraria em breve sua base de usuários de AA para informá-los da decisão e ajudá-los conforme as diretrizes regulatórias. Afirmou que, daqui em diante, faria parceria com outros agregadores de contas no mercado.

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As fontes

  1. PhonePe exits account aggregation business ETLegalWorld · legal.economictimes.indiatimes.com ·