A Revolt Motors fabrica motos elétricas com baterias intercambiáveis e um aplicativo móvel conectado, lideradas pela RV400.

Motos elétricas, e não as scooters que lotam o mercado de veículos elétricos da Índia, poderiam conquistar os passageiros — e o capital da RattanIndia poderia escalar a RV400 mais rápido do que o fundador sozinho.

A RattanIndia investiu 150 crore de rúpias por uma participação de 33,84% em 2021 e depois adquiriu 100% da Revolt em outubro de 2022; o valor final do negócio não foi divulgado.

O cofundador da Micromax, Rahul Sharma, fundou a Revolt Motors e lançou seu primeiro veículo, a RV400, em 2019, com bateria intercambiável e aplicativo móvel, vendendo motos elétricas em um mercado dominado por fabricantes de scooters elétricas.

Em 2021, a Revolt nomeou Jenendar Anand, ex-executivo da MRF e da ExxonMobil, como CEO, e a RattanIndia aportou 150 crore de rúpias por uma participação de 33,84%, com opção de aumentar sua participação acionária. Em outubro de 2022, no mesmo dia em que o ET noticiou uma investigação de conformidade com o fornecimento local do FAME-II contra a Revolt, a RattanIndia exerceu sua posição e comprou a empresa integralmente.

A RattanIndia Enterprises adquiriu 100% da Revolt Motors; o fundador Rahul Sharma passou o bastão, dizendo aos clientes que "a revolução Revolt apenas começou", e as ações da RattanIndia subiram 10% no pregão da manhã com o anúncio.

A Revolt escolheu a faixa vazia: motos em um mercado de veículos elétricos dominado por scooters, com baterias intercambiáveis e software como diferenciais.

A aquisição por etapas — 33,84% e depois 100% — permitiu ao investidor verificar o ativo ao longo de uma transição de CEO antes de assumir o controle total.

A aquisição foi concluída enquanto uma investigação de fornecimento local do FAME-II estava em curso, o que significa que a RattanIndia precificou o risco de conformidade ao reforçar a aposta, em vez de esperar que ele passasse.

A fama de Sharma na Micromax deu à marca reconhecimento do consumidor em um segmento em que a maioria das startups de veículos elétricos começou do zero.

Havia sinal do lado da demanda antes da aquisição: Sharma afirmou que "os Revolters amam seus Revolts" e que havia enorme demanda, e o design de bateria intercambiável da RV400 visava à economia real relacionada à ansiedade de autonomia.

Uma participação por etapas pode se tornar uma aquisição total, a critério do comprador: startups de veículos elétricos com marca de fundador podem precisar de capital paciente quando o risco de conformidade com subsídios surge, e vender o controle pode manter o produto vivo.

Conforme a reportagem de 7 de outubro de 2022, a Revolt operava como uma empresa integralmente controlada pela RattanIndia, com Anjali Rattan prometendo dobrar a aposta nos veículos elétricos e a linha RV400 continuando. O escrutínio do FAME-II noticiado naquele dia estava sem resolução no artigo, e o preço da aquisição não foi divulgado, de modo que o relato termina na mudança de propriedade.

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As fontes

  1. RattanIndia buys out electric vehicle maker Revolt Motors The Economic Times · economictimes.indiatimes.com ·